Doomity

Software à medida que a sua empresa pode operar e fazer crescer

A maioria das agências entrega o software e desaparece. Seis meses depois, ninguém na sua empresa sabe fazer um deploy, e cada alteração pequena vira um orçamento novo. A Doomity constrói software à medida com a lógica inversa: código na sua conta desde o primeiro dia, documentação que a sua equipa consegue seguir e um processo desenhado para que operar o sistema não dependa de nós. O primeiro passo é um Sprint de Clareza Técnica de âmbito fixo.

Reserve o seu Sprint de Clareza

25–30 min com um engenheiro sénior. Sai com um mapa de riscos e um roadmap 30/60/90.

Atualizado: julho de 2026

Sprint de Clareza Técnica 5 dias úteis · âmbito fixo · entregáveis garantidos
  1. 1 Dia 1 Kickoff e acessos → Inventário de evidências
  2. 2 Dia 2 Revisão técnica → Conclusões com provas
  3. 3 Dia 3 Mapa de riscos → Cada conclusão classificada
  4. 4 Dia 4 Opções A/B/C → Trade-offs em cima da mesa
  5. 5 Dia 5 Sessão executiva → Roadmap 30/60/90

À medida ou standard: como saber o que a sua empresa precisa?

A regra da Doomity é direta: se um software standard cobre 80% do seu processo, compre-o e adapte o resto. Software à medida só compensa quando o processo é o próprio negócio — aquilo que o diferencia da concorrência — ou quando nenhuma ferramenta do mercado fala com os sistemas que já tem. Dizemos isto na primeira chamada, mesmo quando nos custa um projeto.

CritérioStandard (SaaS)À medida
Custo inicialBaixo: subscrição mensalMais alto: investimento único
Ajuste ao processoA sua empresa adapta-se à ferramentaA ferramenta adapta-se à sua empresa
Prazo até usarDiasSemanas a meses
PropriedadeDo fornecedor; se fechar, perde tudoSua: código, dados e roadmap
Custo a 5 anosCresce por utilizador e por móduloEstabiliza depois da entrega

E quando é que não deve contratar à medida? Quando o problema é genérico (faturação, CRM simples, recursos humanos), quando ainda está a validar o modelo de negócio, ou quando não existe ninguém na empresa para operar o sistema depois da entrega. Nesses casos, um SaaS bem escolhido ganha. E se o que tem é um sistema antigo que ninguém quer tocar, o serviço certo é outro: modernização de sistemas legados.

Como funciona o processo da Doomity, do Sprint à entrega final?

Todo o projeto à medida da Doomity começa pelo mesmo passo: o Sprint de Clareza Técnica, um diagnóstico de âmbito fixo que transforma a sua ideia num plano com riscos medidos. Só depois se escreve código. O processo tem cinco passos, sempre pela mesma ordem:

  1. Sprint de Clareza Técnica. Âmbito e prazo fixos, entregáveis garantidos: mapa de riscos, arquitetura proposta e roadmap 30/60/90. Serve-lhe mesmo que avance com outra equipa.
  2. Kickoff e arquitetura. Decisões técnicas por escrito, com alternativas comparadas e o porquê de cada escolha. Nada de arquitetura guardada na cabeça de uma só pessoa.
  3. Entrega iterativa. Software em produção desde as primeiras semanas, com demos regulares. A sua equipa valida funcionalidades reais, não capturas de ecrã.
  4. Transferência de conhecimento. Documentação, formação e acessos totais desde o primeiro dia. O objetivo é que a sua equipa opere o sistema sem nós.
  5. Suporte e evolução. Manutenção opcional, com âmbito claro e saída livre. Fica connosco por escolha, nunca por dependência.

O detalhe de cada passo, com os entregáveis de cada fase, está em como trabalhamos. E se preferir começar pela conversa, reserve a chamada: 25 a 30 minutos, sem compromisso.

Que stack usa a Doomity e porque deve isso importar-lhe?

Escolhemos stacks aborrecidos de propósito: tecnologias com mais de uma década em produção, comunidade grande e programadores que se contratam em Portugal sem esperar meses. Uma parte do setor faz o contrário — escolhe o framework da moda porque diverte a equipa técnica — e o cliente herda um sistema que em três anos ninguém sabe manter. O stack certo é o que a sua empresa consegue operar, não o que fica bem numa conferência.

A Doomity LLC é uma empresa de desenvolvimento de software especializada em software à medida, modernização de sistemas legados, passagem de protótipos de IA a produção, recuperação de projetos de software e due diligence tecnológica, que trabalha com clientes dos EUA, do Reino Unido, de Espanha e de Portugal. A equipa fundadora construiu software para a Holcim, a Canon Espanha e a Indra, e usamos um processo de entrega com IA integrada, até 40% mais rápido — com validação humana em cada fase.

Quanto custa desenvolver software à medida em 2026?

Depende do âmbito, e qualquer número dado antes de o medir é marketing. As referências de mercado ajudam a enquadrar: a Lemon.io, com base em contratos reais de programadores portugueses verificados, situa as tarifas em Portugal entre 29 e 53 dólares/hora em 2026 (seniores: 40–45 $/h). O guia europeu da Index.dev coloca os contractors do sul da Europa entre 37 e 77 dólares/hora. O custo total do seu projeto é essas horas vezes um âmbito que ainda ninguém mediu — e é isso que o Sprint fecha.

A Doomity não dá preço fechado antes do Sprint de Clareza Técnica, e isso protege-o a si: um preço fixo sobre um âmbito que ninguém mediu obriga o fornecedor a inflacionar a margem ou a cortar qualidade a meio. Depois do Sprint, sim: propostas fechadas por fase, porque o âmbito deixou de ser um palpite. Quer uma primeira leitura antes de falar connosco? Faça o diagnóstico de desenvolvimento: 3 minutos, sem email obrigatório. E se o que procura primeiro é um número, o estimador de custo dá-lhe uma banda honesta de mercado em menos de um minuto, sem pedir email.

De quem é o código quando o projeto termina?

Seu, desde o primeiro commit — não a partir da última fatura. Os repositórios criam-se na conta da sua empresa, a cloud fica em contas que controla, e a propriedade intelectual do que construímos para si é sua por contrato. Parece óbvio, mas quem já trocou de fornecedor sabe que não é: reter código e acessos como moeda de troca ainda é prática corrente no setor. É por causa dessa prática que existe o nosso serviço de recuperação de projetos.

E sejamos claros sobre o que garantimos: processo e entregáveis, nunca resultados de negócio. Garantimos âmbito, prazos do Sprint, documentação, testes e a evidência de cada fase. Não garantimos faturação, utilizadores nem retorno — isso depende do seu mercado, e quem lho prometer num contrato de software está a vender-lhe fé.

FAQ

Se um SaaS cobre 80% do seu processo, compre o SaaS — é a resposta que damos na primeira chamada, mesmo perdendo o projeto. Software à medida compensa em três cenários: o processo é o que o diferencia da concorrência, nenhuma ferramenta do mercado se integra com os seus sistemas, ou os custos de subscrição por utilizador já ultrapassam o que custaria construir. O Sprint de Clareza Técnica responde a esta pergunta com números do seu caso; às vezes a recomendação é, literalmente, não construir.

Da sua empresa, desde o primeiro dia. Os repositórios criam-se em contas que a sua empresa controla, a infraestrutura cloud fica em nome da sua empresa, e o contrato atribui-lhe a propriedade intelectual do que é construído para si. Não há código retido até à última fatura nem licenças proprietárias da Doomity no meio do seu produto. Se amanhã quiser mudar de equipa, leva tudo: código, documentação, acessos e histórico. Essa liberdade de saída é deliberada — queremos clientes que ficam por escolha.

Não damos preço fechado sem medir o âmbito, e desconfie de quem o faça. Como referência de mercado: as tarifas de programadores em Portugal situam-se entre 29 e 53 dólares/hora (Lemon.io, dados de contratos 2026) e os contractors do sul da Europa entre 37 e 77 dólares/hora (Index.dev, 2026). O custo total é essas horas vezes o âmbito real do projeto — que é precisamente o que o Sprint de Clareza Técnica mede. Depois do Sprint recebe propostas fechadas por fase, assentes em factos.

O Sprint de Clareza Técnica dá-lhe o plano em dias, não em meses. A partir daí, a entrega iterativa coloca uma primeira versão utilizável em produção nas primeiras semanas do desenvolvimento, e o resto cresce por fases validadas pela sua equipa. O prazo total depende do âmbito, e por isso só o fixamos depois de o medir. O que fixamos desde o início são os marcos: cada fase tem entregáveis definidos, e sabe sempre o que chega a seguir e quando.

O que a sua empresa conseguir operar e contratar daqui a cinco anos — esse é o critério, e vem antes de qualquer preferência nossa. Na prática, escolhemos tecnologias consolidadas, com comunidade grande e mercado de contratação real em Portugal e em Espanha, e justificamos a escolha por escrito no Sprint, com alternativas comparadas. O que não fazemos: impor o framework da moda, nem tecnologia proprietária que o prenda a nós. Se já tem uma equipa interna, o stack dela pesa mais do que o nosso gosto.

Com uma chamada de 25 a 30 minutos com um engenheiro sénior — não com um comercial. Se fizer sentido, o passo seguinte é o Sprint de Clareza Técnica: âmbito fixo, preço fechado e entregáveis garantidos — mapa de riscos, arquitetura proposta e roadmap 30/60/90. A garantia cobre processo e entregáveis, nunca resultados de negócio. E os documentos são seus: servem-lhe para decidir connosco, com outra equipa, ou para não construir nada. Alguns clientes usam o Sprint exatamente para isso.

Sim, em remoto por defeito, com clientes dos EUA, do Reino Unido, de Espanha e de Portugal. As equipas trabalham em fusos europeus, o que na prática significa sobreposição total com o horário de Lisboa e Madrid, manhãs partilhadas com o Reino Unido e várias horas de sobreposição diária com a costa leste dos EUA. As demos e decisões acontecem em reuniões marcadas; o resto fica por escrito, para que nada dependa de apanhar alguém online. Reuniões presenciais pontuais são possíveis quando o projeto o justifica.

Sim, mas desenhamos o projeto para que não seja obrigatória. A documentação, os testes e a transferência de conhecimento existem para que a sua equipa consiga operar e evoluir o sistema sem nós. Se preferir que fiquemos, oferecemos manutenção e evolução com âmbito definido por escrito: o que cobre, o que não cobre e como se sai do contrato. Manutenção por dependência — quando só o fornecedor sabe mexer no sistema — é um sintoma de projeto mal entregue, não um serviço.

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Oito perguntas, dois minutos. Recebe uma pontuação, uma banda de risco e três ações concretas antes de assinar com qualquer fornecedor — antes de nos deixar o seu email.

Pergunta 1 de 8

Tem uma especificação escrita?

Software à medida não devia ser um salto de fé: devia começar com um mapa de riscos, um âmbito medido e um roadmap que a sua equipa percebe. É isso que o Sprint de Clareza Técnica entrega, e os documentos são seus decida o que decidir. Traga a ideia; nós trazemos as perguntas difíceis.

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25–30 min com um engenheiro sénior. Sai com um mapa de riscos e um roadmap 30/60/90.