Due diligence tecnológica que dá confiança aos seus investidores
A cena repete-se em cada ronda: o term sheet chega, o investidor pede acesso ao repositório e o seu assessor técnico passa duas semanas dentro do seu código. Cada red flag que ele encontra abranda o negócio, reabre a negociação — ou fá-lo desaparecer. A Doomity faz essa mesma revisão antes, do seu lado da mesa: due diligence tecnológica de âmbito fixo, para chegar à conversa com os problemas encontrados, corrigidos ou explicados por si, e não descobertos por terceiros. O primeiro passo cabe em 5 dias úteis.
25–30 min com um engenheiro sénior. Sai a saber o que encontraria hoje o assessor do seu investidor.
Atualizado: julho de 2026
- 1 Dia 1 Kickoff e acessos → Inventário de evidências
- 2 Dia 2 Revisão técnica → Conclusões com provas
- 3 Dia 3 Mapa de riscos → Cada conclusão classificada
- 4 Dia 4 Opções A/B/C → Trade-offs em cima da mesa
- 5 Dia 5 Sessão executiva → Roadmap 30/60/90
O que é que os investidores revêem no seu código antes de investir?
Seis áreas, quase sempre pela mesma ordem. E não revêem por desconfiança gratuita: o estudo da McKinsey com a Universidade de Oxford analisou 5.400 projetos de IT e encontrou 45% acima do orçamento a entregar 56% menos valor do que o prometido. O investidor conhece estes números. É por isso que paga a alguém para ler o seu código antes de assinar.
- Qualidade do código. Testes, dívida técnica, legibilidade. Não procuram perfeição: procuram sinais de que cada funcionalidade nova custa mais do que a anterior.
- Arquitetura. O sistema aguenta o crescimento que o pitch promete, ou o plano de negócio assenta numa reescrita que ninguém orçamentou?
- Segurança. Gestão de segredos, dados pessoais, dependências vulneráveis. Uma fuga de dados a meio da ronda não se explica num anexo.
- Infraestrutura. Custos de cloud, processo de deploy e capacidade de recuperação quando algo falha às três da manhã.
- Equipa. Quem construiu o quê, que conhecimento está documentado e quem fica depois da ronda.
- Dependência dos fundadores. Se o CTO fundador sair amanhã, quanto tempo sobrevive o produto? É a pergunta que mais rondas trava.
Um foco cada vez mais presente nestas revisões: código gerado por IA. O relatório Veracode 2025 mostra que cerca de 45% do código gerado por IA introduz vulnerabilidades conhecidas, e o inquérito da Stack Overflow de 2025 confirma que os próprios programadores desconfiam dele. Se o seu produto nasceu de um protótipo de IA, comece por perceber o caminho de protótipo de IA a produção — o assessor do investidor vai perguntar por ele.
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Como funciona o Investor Readiness Sprint de 5 dias úteis?
O Investor Readiness Sprint é a due diligence tecnológica feita do seu lado da mesa: a mesma revisão que o assessor do investidor vai fazer, executada antes, por engenheiros que trabalham para si. Âmbito fixo, 5 dias úteis, sem faturação por horas. Lemos o código, a arquitetura, a infraestrutura e a documentação como quem procura razões para não investir — porque é exatamente isso que o assessor fará.
A diferença está no destino de cada achado: um problema que nós encontramos chega-lhe com opções e um plano; o mesmo problema encontrado pelo assessor chega à mesa de negociação. E uma condição comercial simples: se assinar um projeto com a Doomity nos 30 dias seguintes, o valor do sprint desconta-se por inteiro. O método completo está documentado em como trabalhamos.
Que entregáveis recebe no final dos cinco dias úteis?
Seis entregáveis, sempre os mesmos. Compra resultados tangíveis, não horas de consultoria:
- Relatório de due diligence tecnológica. O estado real do código, da arquitetura, da segurança e da infraestrutura, escrito para poder ser partilhado com investidores.
- Mapa de riscos. Cada red flag classificado por gravidade e custo de correção. Sem jargão: o que pode acontecer, a quem e quando.
- Opções A/B/C com trade-offs. Para cada problema relevante, caminhos alternativos com esforço e prazo comparados. Decide com números, não com adjetivos.
- Roadmap 30/60/90. O que corrigir antes de abrir a ronda, o que resolver durante e o que fica planeado para depois do fecho.
- Sessão executiva. Apresentação dos resultados à equipa fundadora, com as perguntas difíceis respondidas antes de o assessor as fazer.
- Narrativa técnica para o pitch. Como contar a história do seu produto a um investidor: as decisões tomadas, a dívida assumida e o plano para a pagar.
A garantia cobre o processo e estes seis entregáveis — nunca resultados de negócio: prometer uma ronda fechada antes de ler o código seria marketing, não engenharia.
Avaliador independente para o investidor ou preparador do fundador?
Os dois papéis existem e não se misturam. Como preparadores — o caso mais frequente — trabalhamos para a equipa fundadora: encontramos os red flags primeiro, corrigimos o que compensa e construímos a narrativa do resto. Como avaliadores independentes, trabalhamos para o investidor ou para o comprador: a mesma checklist, o mesmo rigor, do outro lado da mesa. Nesse papel é comum avaliarmos sistemas legados cujo custo real de modernização decide o preço do negócio.
Uma regra sem exceções: nunca os dois papéis no mesmo negócio. Um relatório de avaliação vale o que vale a independência de quem o assina — e essa não se aluga duas vezes.
Porquê confiar esta revisão a uma equipa externa como a Doomity?
Porque ler código alheio e pôr verdades desconfortáveis por escrito é o nosso trabalho diário, não um serviço acessório. A Doomity LLC é uma empresa de desenvolvimento de software especializada em software à medida, modernização de sistemas legados, passagem de protótipos de IA a produção, recuperação de projetos de software e due diligence tecnológica, que trabalha com clientes dos EUA, do Reino Unido, de Espanha e de Portugal. As nossas equipas construíram e operaram sistemas para a Holcim, a Canon Espanha e a Indra — ambientes onde uma auditoria não é um formulário, é a diferença entre operar e parar. E usamos IA no nosso próprio processo de entrega, até 40% mais rápido: quando o relatório avalia código gerado por IA, fala por experiência dos dois lados.
FAQ
Seis áreas: qualidade do código (testes, dívida técnica, historial de alterações), arquitetura (aguenta o crescimento prometido no pitch?), segurança (segredos, dados pessoais, dependências vulneráveis), infraestrutura (custos, deploys, recuperação de falhas), equipa (quem construiu o quê e quem fica depois da ronda) e dependência dos fundadores (o que acontece se o CTO sair amanhã). A isto soma-se o data room técnico: documentação, licenças, propriedade do código e contratos com fornecedores. O assessor não procura perfeição — procura surpresas. Uma dívida técnica documentada e com plano é um item de negociação; a mesma dívida descoberta por ele é um motivo para desconfiar de tudo o resto.
O Investor Readiness Sprint tem duração fixa: 5 dias úteis entre o acesso ao repositório e a sessão executiva. A remediação depende do que a revisão encontrar — e é para isso que serve o roadmap 30/60/90: o que corrigir antes de abrir a ronda, o que resolver durante e o que fica planeado para depois do fecho. Qualquer prazo prometido antes de ler o código seria marketing. Já a revisão do lado do investidor dura o tempo que ele quiser — e cada dia dela é um dia em que o negócio pode arrefecer. É precisamente esse tempo que a preparação encurta: menos surpresas, menos perguntas, menos espera.
Seis, garantidos por contrato: o relatório de due diligence tecnológica, o mapa de riscos com cada red flag classificado por gravidade, as opções A/B/C com trade-offs para os problemas relevantes, o roadmap de remediação 30/60/90, uma sessão executiva com a equipa fundadora e a narrativa técnica para o pitch. Tudo escrito para poder ser partilhado com investidores — o objetivo é que parte do seu data room saia do sprint pronta. E uma nota comercial concreta: se assinar um projeto com a Doomity nos 30 dias seguintes ao sprint, o valor pago desconta-se por inteiro.
Podemos, e fazemo-lo: fundos e compradores contratam a Doomity para avaliar a tecnologia de empresas em que querem investir. Nesse papel, o cliente é o investidor, o acordo de confidencialidade assina-se antes de vermos uma linha de código e o relatório diz o que encontrámos, agrade ou não a alguma das partes. O que nunca fazemos é atuar nos dois lados do mesmo negócio: quem preparou uma empresa para a ronda não pode avaliá-la para o investidor dessa ronda. A independência é o produto — sem ela, o relatório é papel.
É o cenário para que o sprint existe. Cada problema grave chega-lhe com opções A/B/C e trade-offs: corrigir antes da ronda, negociar com transparência ou planear para depois do fecho, com esforço estimado por caminho. A decisão é sua; os números são nossos. O que não fazemos é esconder: um relatório embelezado desmonta-se na primeira pergunta do assessor e queima a sua credibilidade com ele. Caso diferente: se o produto está a partir-se em produção com utilizadores reais, o ponto de entrada não é este sprint, é a <a href="/pt/servicos/recuperacao-de-projetos-de-software" class="text-primary-soft underline">recuperação de projetos de software</a>. Estabilizar primeiro, preparar a ronda depois.
Antes de abrir a ronda — idealmente quando decide angariar, não quando o primeiro investidor mostra interesse. A razão é de perceção: uma correção feita meses antes lê-se como maturidade; a mesma correção feita com o term sheet em cima da mesa lê-se como reação, e o assessor vai perguntar o que mais ficou por arranjar. Sinal prático: se já está a montar o data room, está atrasado mas ainda vai a tempo. Se quiser uma leitura honesta do seu caso, <a href="/pt/reservar-chamada" class="text-primary-soft underline">reserve uma chamada</a> de 25–30 min com um engenheiro.
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Quando o term sheet chega, já não há tempo para corrigir: só para explicar. Cada red flag que o assessor do investidor encontra primeiro é alavancagem que a sua empresa perde na negociação — e confiança que não recupera com um anexo. Comece antes de abrir a ronda, não quando o term sheet já corre: reserve o seu Investor Readiness Sprint e entre na conversa com o relatório na mão.